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11 de maio de 2011

Aspecto Motor

Dos Zero aos 2 anos (+ ou -)
Neste sentido se faz necessário que a criança receba estimulações que a leve a percepção do esquema corporal : percepção e conhecimento do corpo; organização e expressão corporal, expressões fisionômicas e gestuais; coordenação dos esquemas primários; posturas, decúbito ventral e dorsal, sentado , em pé.
Desenvolvimento da coordenação motora e dissociação dos movimentos dos grandes e pequenos músculos. Tônus muscular; freio inibitório; posturas. Coordenação dos pequenos músculos: língua, lábios, olhos, mãos e pés.
Sentir, percebe, conhecer e organizar, através da ação as sensações relativas ao seu próprio corpo: olfato, gustação,audição, visão, termo tátil.
Percepção Espacial : posição espacial – localização das partes do corpo (verbalização do professor); relação espacial – relação entre as partes do corpo e do corpo no espaço; adequação espacial; direção espacial; Constancia de percepção ( cor, tamanho, forma) – verbalização do professor; deslocamento.
Percepção Temporal : sequência de ações; duração – antes, agora, depois; ritmo espontâneo; freqüência – rotina de vivencias.
Dos 2 aos 3 anos.
Aprimoram se as noções anteriores e desenvolve a verbalização.
Qualidades Fisicas : força e o controle dela; resistência, velocidade, equilíbrio, flexibilidade, agilidade.
Percepção Espacial : localização e movimento de direção do corpo;
Relação Espacial: relação do corpo com outros objetos.
Percepção Temporal : sequencia de ações – compreende mais de duas ordens em sequencia; noções básicas: dia, noite, antes, depois, agora, hoje; sucessão : agora e depois; ritmo :depressa, devagar; duração :relacionadas a momentos significativos – antes e depois do parque, antes e depois do almoço.

Aspecto Afetivo

0 a 2 anos (+ou -)
·         Desenvolver o auto conceito positivo
·         Sentir-se aceita e compreendida pelo adulto e outras crianças
·         Expressar sentimentos e emoções
·         Interagir com pares e com adultos, estabelecendo vinculos afetivos
·         Independencia progressiva.
·         Auto Conceito: perceber-se; perceber os outros; perceber o mundo que a cerca; identificar-se; sentir-se aceita e compreendida;
·         Curiosidade: vivencias que a levem a descobertas; conhecimentos; experimentações; pesquisas.
·         Independencia: oportunidades de realizar atividades sobre as quais tem domínio
·         Interação: contato com crianças de diferentes idades e com adultos.
·         Social: formação de hábitos e atitudes.
·         Alimentação: mamadeira com e sem auxilio; uso do copo com canudo e sem canudo; uso da colher: com e sem auxilio; refeições à mesa.
·         Higiene: controle dos esfíncteres (1,8 a 2,0 anos)

7 de abril de 2011

Mordidas !!!

Ai, não morde que eu não sou pizza!!!
A Mordida na educação infantil

Nos primeiros anos de vida, o principal contato da criança com o mundo exterior, acontece na forma oral, no primeiro ano, o ato de sugar o seio que é fonte de alimento e prazer, é também uma forma de interagir com o mundo (choro/balbucio), mesmo após os primeiros aprendizados da língua oral, a criança continua usando a boca, como forma de explorar e descobrir o mundo. Este ato, se relaciona à fonte de libido, mas não está relacionada ao libido de forma erótica, mas sim como prazer e exploração do mundo, quando morde, a criança não busca provocar a dor intencionalmente, embora o ato de morder seja prazeroso, ela está apenas explorando o meio, seus limites e o outro. Sigmund Freud (1856-1939), diz que a criança experimenta o mundo (e o outro) através da forma oral, para ele, o prazer de morder está relacionado com o uso do instrumento que a criança melhor domina, a boca. Com isso, a boca vai ganhando novas funções, da nutrição, vem o choro, para expressar e conseguir mais rapidamente, a atenção que deseja, após os balbucios e as primeiras palavras, a mordida vem como uma forma rápida de manifestar o que deseja.
Não há educador que não tenha vivenciado esta fase, pois embora cause estranheza e medo aos pais e seja um estresse na rotina diária do professor, este comportamento não é anormal e encontra suas justificativas, dentro das características do desenvolvimento infantil.
Segundo D’Andrea, a fase oral é dividida em duas etapas, a de sucção e a de mordida.
Na fase da mordida “há uma tendência a destruir, morder, triturar o objeto antes de incorporá-lo”. Essa fase é dividida em duas características principais, sendo oral receptiva, quando o sujeito não passa por privações, tornando-se uma pessoa muito generosa e oral agressiva que aparece uma “tendência a odiar e destruir, a ter ciúmes da atenção que outros recebem, a nunca estar satisfeito com o que tem e a desejar que os outros não tenham algumas coisas, mesmo que não as queira para si”.

QUANDO A MORDIDA É NORMAL E QUANDO DEIXA DE SER?
Henri Wallon (1879-1962), diz que a criança está testando os limites do próprio corpo, formando sua personalidade individual, quando morde, ela está elaborando seu “eu corporal”, ou seja, descobrindo onde acaba seu próprio corpo e onde começa o do outro.
Até os quatro anos, a mordida é considerada normal, como forma de expressar-se e até lidar com frustrações, crianças em adaptação na escola ou crianças ciumentas que recebem um coleguinha novo, podem morder para expressar sentimentos. A criança ainda não consegue verbalizar seus anseios como, “estou com ciúmes” ou “quero ir para casa”, pode fazer uso da mordida para expressar seus medos.
Crianças sensíveis a frustração, quando contrariadas por um colega, durante uma disputa por brinquedo ou a recusa do educador a permitir que faça algo, podem morder como forma de expressar raiva.
Após os 3 anos, quando a criança já é capaz de expressar oralmente o que sente e já entende com clareza que morder provoca dor e machuca, é preciso buscar uma ajuda especializada, como forma de controlar este comportamento, caso ele persista.
Ao identificar qual a razão que leva a criança a morder, cabe ao educador interferir, buscando sanar o problema, seja dando atenção e um colinho para quem mais precisa, seja negociando brinquedos e intermediando disputas.

E COMO AGIR?

Seja firme, diga que não foi legal, que o amigo agora está sofrendo e chorando, pois morder machuca. Não estenda o “sermão”, seja breve;
Leve a criança que mordeu, para prestar atendimento ao colega que foi vítima, durante este momento, chame a atenção para o fato do colega estar chateado e com dor;
Algumas crianças que mordem mais frequentemente, devem permanecer sempre próximas ao educador, para que o mesmo possa interferir de forma rápida, evitando novas investidas;
Explique que na boca, mastigamos pizza, bolo, arroz, feijão, que o colega não é comida, é amigo e devemos acariciar;
Elogie bastante, a cada demonstração de carinho e verbalizações orais;
Converse com os pais, explique como aconteceu, fique mais atenta para que não se repita, mas não deixe de orientar que esta ação faz parte do desenvolvimento infantil;
Avise aos pais da criança que mordeu sobre o fato e comunique os familiares da criança que foi mordida, mas jamais, divulgue o nome da criança que mordeu, para evitar a criação de rótulos e até o mal estar entre as famílias;
Em alguns casos, pais de crianças que mordem, costumam brincar usando a boca e até dando pequenas mordiscadas na criança, explique que o filho pode estar repetindo o gesto, mas por não ter noção da sua força, acaba passando dos limites;
Tome bastante cuidado, pois mordida “pega”, muitas vezes, os familiares da criança mordida ficam tão indignados, que chegam a recomendar que a criança faça igual ou mesmo, a própria criança pode achar que esta é uma forma eficaz de resolver seus conflitos;
Lembre-se: O isolamento não ensina, pois só a convivência vai educar. Separe a criança do grupo somente quando precisar prestar atenção em outras coisas como preencher uma agenda ou trocar uma criança, no restante do tempo “olho vivo e pernas rápidas”;
Aprenda a identificar o contexto no qual a criança costuma reagir mordendo, desta forma, antecipe-se e fique junto, mediando a relação e orientando a criança a agir de forma correta;
Não permita que a criança usufrua do brinquedo ou do colinho, que conquistou na base da mordida, estimule também, o pedido de desculpas;
Se você vai fazer uso de alguma medida punitiva como afastar a criança do grupo por alguns instantes, antes combine e previna a criança;
Não deixe que criem rótulos como nesta turminha tem "tubarão", ou fulano é um mordedor, oriente os pais com segurança e informe-os sobre as características do desenvolvimento infantil. Antecipe-se ao problema.

Querida Profe, embora estressante e bastante tumultuada, esta fase é passageira, a criança quando bem amparada e orientada, aprende a se relacionar da forma correta. Não esqueça que tudo na vida dos pequenos é constante aprendizado. Se conduzirmos de forma firme, mas afetiva, estes comportamentos se transformam em uma relação saudável. Leia bastante sobre as características da sua faixa etária e observe o seu grupo de crianças, investigando a ação das crianças e seu comportamento diante de algumas situações do cotidiano, é possível antecipar a reação dos pequenos, evitando este confronto mais direto.


Márcia O. Soares
Orientadora Pedagógica
Crianças que gostam de morder
Morder é uma forma de a criança expressar insatisfação. Os pais devem conter essa atitude.
Redação Crescer
Você tem um pequeno mordedor em casa, acalme-se. A mordida é uma das formas que as crianças têm de demonstrar insatisfação. Também costumam empurrar ou jogar objetos longe. Isso tudo é esperado em uma fase de comunicação rudimentar, enquanto a criança não consegue se expressar bem com palavras. Acrescente-se a isso impulsividade. As emoções ainda não estão sob controle. E a combinação dá muitas vezes em uma mistura explosiva.
Quando a criança dessa idade quer algo e o objeto desejado está na mão de outro, entra em disputa. "Como tem urgência em resolver a questão, ela reage com a parte do corpo que tem mais coordenação, que é a boca, região que usa intensamente desde o nascimento", explica a psicóloga Lúcia Franco da Silva, da Faculdade de Psicologia da PUC-SP.
Falar mil vezes
As dentadas podem começar tanto em casa quanto na escola. Os pais precisam refrear as mordidas para que não se tornem um hábito. Além de conter a reação agressiva, os pais precisam ser coerentes. "Se uma hora deixam porque acham engraçadinho e em outra reprimem, o filho fica sem saber como agir", alerta Lúcia Franco.
Para a pediatra Sandra Oliveira Campos, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as únicas crianças que se mantêm mordedoras são aquelas com algum problema no desenvolvimento. Então, não resta outro jeito senão a repetição das regras. É cansativo, mas todos só têm a ganhar. "Ao dizer que dói, por isso o amigo chora, você chama a atenção do filho para um valor muito importante, que é o respeito pelo outro", orienta a médica.
Agressor e agredido
Os pais dos mordedores costumam ser mais relaxados do que aqueles que enxergam no corpo do filho dentadas alheias, segundo a pediatra Sandra. Se você está entre o grupo dos filhos mordidos, também relaxe. Quando a criança começa a viver em grupo, acaba descobrindo como se defender e se impor entre os coleguinhas. E uma hora ela vai avisar ao amigo mordedor que não gostou e não quer ser mordida de novo. Nunca incentive seu filho a revidar. "Os pais jamais devem estimular a agressão", ensina Sandra.

17 de fevereiro de 2011

Conto de Fadas na Educação Infantil

Características
Fanny Abramovich
         Partem de situações reais, que muitas crianças já viveram

         Lidam com a fantasia, com as emoções.

         Acontecem num lugar esboçado, fora dos limites do tempo e do espaço, mas por onde qualquer um pode caminhar.

         Os personagens são simples e colocados em inúmeras situações diferentes, onde tem que  buscar e encontrar uma resposta de importância fundamental, estimulando a criança a percorrer e achar unto uma resposta para o conflito.

         Esse processo é vivido através da fantasia, do imaginário, com intervenção de entidades fantásticas.
         Partem de um problema vinculado a realidade (estado de penúria,carência afetiva, conflito entre pais e filhos) que desequilibra a tranqüilidade inicial.

         O desenvolvimento é a busca de soluções, no plano da fantasia com introduções de elementos mágicos (fadas, bruxas, anões, duendes).

         A restauração da ordem no desfecho da narrativa, quando há uma volta ao real.



Importância

         Os autores aceitam o potencial imaginário da criança mas transmitem à ela a idéia de que ela não pode viver indefinidamente no mudo da fantasia, sendo necessário assumir o real em tempo hábil.

         Lidam com conteúdos essenciais à condição humana.
         A magia não está no fato de haver uma fada, mas na forma de ação, de aparição, de comportamento, de abertura de portas...

         Cada elemento do conto de fadas tem um papel significativo, importantíssimo e se for retirado, suprimido ou atenuado, ai impedir que a criança compreenda integralmente o conto.
         Ao adocicá-los, retirar-lhes os conflitos essenciais, tira-se também toda a sua densidade, significado e revelação...

         Psicanalistas, sociólogos, psicopedagogos, psicólogos são estudiosos dos contos de fadas.



Bruno Bettelhein

         “Explicar para uma criança por que um conto de fadas é tão cativante para ela, destrói, acima de tudo, o encantamento da história que depende em grau considerável de a criança não saber absolutamente porque está maravilhada. E ao lado do confisco deste poder de encantar vai também uma perda do poder do potencial da historia  em ajudar a criança a lutar por si só e a dominar exclusivamente por si só o problema que fez a historia estimulante para ela.
         As interpretações adultas por mais corretas que sejam roubam da criança a oportunidade de sentir, por sua própria conta através de repetidas audições e de ruminar acerca da historia, enfrentar com êxito uma situação difícil.  Nós crescemos, encontramos sentido na vida e segurança em nós mesmos, por termos entendido ou resolvido problemas pessoais por nossa conta, e não por eles nos terem sido explicados por outros.”


O medo

         O que pode provocar o medo é diferente para cada um, conforme as percepções, as experiências que enfrenta.
         Os medos estão presentes no cotidiano de todos, com os quais convivemos de um jeito ou de outro numa intensidade ou em outra.
         Medos, se aprende a enfrentar, desvia, superar, substituir, com os quais se aprende a conviver ou a lidar.


O amor
Sobre o amor em todas as suas dimensões:
         Sofrimentos
         Encantos
         Possibilidades
         Entregas e plenitudes
         Início e término...


A criança

         Mostram perspicácia
          única e especial
         Inteligente e viva ...
         Voltada para si mesma
         Querendo se conhecer, se saber, se encontrar...

As carências

         Pobreza
         Afetividade
         Abandono
         Separação
         Rejeição
         Frio
         Fome


As Auto descobertas

         A própria identidade
         Estereótipos
         Descoberta de si mesmo
         A questão é descobrir quem somos, perceber o quanto podemos, com quem contamos, o que desejamos, nossos valores...


“É só estarmos atentos ao nosso processo pessoal, às nossas relações com os outros e com o mundo, à nossa memória e aos nossos próprios projetos, para compreender que a fantasia é uma das formas de ler, de raciocinar, de sentir.. O quanto a realidade é um impulsionador para desencadear nossas fantasias.” (Fanny)

Um Poema de Shakespeare Nas 21 frases que seguem.

 smiles "Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.

E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes, não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. smileys

smiley E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. smiley 

smilie Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.

smiles Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem da vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que as vejamos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.smileys

smileysAprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.smilie

smilieAprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.

smileyAprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

smilesAprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.

smileysAprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. smilie"Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso."

 smiley"Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo."

 smilesAprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. smilie

smilesAprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. smilesE você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!" 

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Michael Foucault

smilie Aproveite o que a vida te dá ! Mas não te dê por satisfeito.
smilessmileys As pessoas pensam conseguir as estrelas, e acabam como peixes vermelhos num aquario. (MB)
smiles "Errar é humano, tropeçar é comum. Ser capaz de rir de si mesmo é maturidade." (WAW)

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